sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Feliz niver Padrinhoooo

Padrinho, hoje por ser um dia especial, gostaria de expressar
todo carinho e orgulho de poder oferecer meu abraço, e desejar
muita vida e saúde.

Quero ver seus olhos brilhando de felicidades, e seu coração
satisfeito com todas as chances do dia a dia.
Hoje é o seu aniversário, espero que Deus continue te iluminando
e que cada curva da vida, você consiga enxergar um futuro de
bençãos preparado para você.

Parabéns

Que neste dia, você seja o padrinho mais feliz desta Terra, e que cada
chegada, você possa abrir um sorriro de gratidão por tudo o que conquistou.
Hoje é o seu aniversário, seja feliz, a vida lhe permite isso e eu
quero assistir suas conquistas, porque eu sei o quanto você merece
vencer cada estrada, cada projeto.

Parabéns, que este dia seja marcado pela felicidade de cada abraço.

Feliz Aniversário e muitos anos de vida









quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Bolinho de 32 aninhos



Na ultima hora ganhei um bolinho do maridão ..... infelizmente não deu pra chamar todo mundo que eu queria...mas fica pra proxima festinha né...















segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O que se aprende em 32 anos de vida?

  
Espera-se que algo de bom já se tenha acumulado e se possa ensinar em mais de três décadas de aprendizado e observação do mundo. E a questão é justamente esta: SE nos dispusermos a observar as pessoas e acontecimentos à nossa volta e SE não estivermos absortos pela rotina e pelo comodismo, podemos sim, aprender um bom-bocado e até, quem sabe, começar a transmitir um pouco deste aprendizado, enquanto seguimos apreendendo e aprendendo.

Enquanto planejo e replanejo os novos caminhos que minha vida deve percorrer – agora dividindo as decisões com meu companheiro de vida e meu filho amado – posso dizer que, aos 32 anos confirmei algo que já aprendi há algum tempo: um dos maiores bens que podemos ter sem dúvida nenhuma são os amigos e a família.
Quando temos uma família bem estruturada, é ela quem nos dá suporte e faz nossos sonhos acontecerem, muito antes do que conseguiríamos sozinhos.

Os amigos, ah, estes também são umas relíquias. Quando sinceros, nos fazem sentir bem só por saber que existem. Se os filhos são a chama que ilumina nosso caminho por onde quer que sigamos, os amigos são o calor que precisamos nas noites frias. São eles que nos aquecem e confortam em momentos de temor e desesperança.

O que se aprende em 32 anos de vida? Ah, se aprende também a valorizar, cada vez mais, a pessoa que escolhemos para dormir e acordar conosco todos os dias. Se no início da vida o ímpeto juvenil nos leva a distribuir nosso foco e energia não em uma pessoa mas em vários instantes e instâncias, chega-se ao começo da maturidade sabendo que nossas energias devem ser concentradas em uma pessoa – aquela que realizará nosso sonho de imortalidade, nos ajudando a permanecer vivos na figura dos nossos filhos.

Mas há também coisas que, por mais que já tenhamos aprendido, não conseguimos pôr em prática: uma delas é a promessa de reduzir o ritmo, para respeitar nosso organismo. Comer melhor, praticar mais atividades físicas, meditar, tocar, fotografar, ler e encontrar amigos para filosofar e ficar de papo para o ar, planejar formas de proteger a Natureza da exploração indiscriminada e, porque não, imaginar formas de tornar o mundo um lugar melhor para se viver.

Uma coisa é certa meus  32 anos serão plenos de trabalho. Muitas conquistas, como sempre, sobrevirão. 
Contudo uma unica coisa peço ao senhor e a buscarei com todo meu amor, que eu Venha estar em sua presença todos os dias da minha vida.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Photo é tudo de bom !!!

Quem já fez uma festinha de niver para seu filho, esposo, mãe etc..... E o gasto com a contratação de um fotografo ficou em ultimo caso devido o valor já investido na festa. Porém por ter que oferecer atenção aos seus familiares e amigos no momento da festa, não conseguiu tirar as fotos que queria com sua câmera. E apesar de muitas pessoas terem tirados fotos com varias câmeras digitais, você não conseguiu juntar todas, ou a qualidade das mesmas não estava legal para impressão, revelação, conclusão você não teve registros que gostaria da festinha que promoveu.
Pensando que muitas pessoas não fazem mais álbuns, pelo alto custo ou porque ficam guardados nas gavetas... Eu estou fazendo trabalhos de fotografia free lance, funciona da seguinte maneira.
Com uma câmera profissional todos os momentos da sua festa são registradas da forma que você desejar, ao final da festa todas as fotos é gravadas em cd e vc já Leva pra casa, revela a sua maneira ou poderá fazer álbuns em lugares especializados. Por um preço bem especial.
Só falar comigo

sábado, 27 de agosto de 2011

DIA DO PSICÓLOGO


Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. Nossos passos profissionais, cada vez mais, nos aproximam das possibilidades de desaconchegar a indecisão social.
DECISÃO
“Hoje levantei cedo pensando no que tenho para fazer
Antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo
Ou agradecer as águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não me terem me dado tudo que eu queria, ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar,
Ou agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas de casa, ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos
Ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejei, posso ficar feliz por ter “hoje” para começar,
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma,
Tudo só depende de mim”
Charles Chaplin

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

o amor....

O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.

O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.

Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.

O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.

O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.

O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.

O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

[João Cabral de Melo Neto]